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Uma
reflexão muito lúcida, mas repassada de ironia, sobre o dentro mais
fundo do ser. Como se tivesse atingido o final de um caminho. Como
se se preparasse para morrer...ou recomeçar. (...) No fundo a que
responde a poesia, senão ao terrível sentido incompleto que arrastamos
connosco? (dos prefácios)
"Esqueleto
do Tempo" é (...), mais uma obra onde (Estima de Oliveira)
afirma a sua qualidade de poeta... (Estima de Oliveira) continua
a ser em "O Esqueleto do Tempo" um poeta singular.
O Clarim

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