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"Estórias"
que vão construindo a história de Macau tecida no compromisso na aceitação
da diferença, nos equívocos do poder metropolitano, nas especificidades
locais. A acção começa numa Xangai dos anos 40 ocupada pelos japoneses
e termina num ajuste de contas em Macau.
A linguagem de Rodrigo Leal de Carvalho é, por vezes, exuberante
e larga, outras, veloz e sintética, sinal que estamos perante um
ficcionista que sabe do ofício.
Revista MacaU

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