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Crónica de uma
ÒrepúblicaÒ ao estilo coimbrão, numa Macau de finais do século passado,
onde (...) não há escândalos. Há lances de energia, de táctica administrativa,
de economia política bem compreendida; o que não há é Panamás; ou,
se os houve, eram Panamás em que os roubados eram os ministros e os
ladrões os administrados.
Neste livro de pouco mais de duzentas páginas não surge a relação,
nem a história, nem a biografia, mas sim a combinação de tudo isso,
mais o relato pleno de interesse e realismo das novelas de Camilo
e de Eça...
Revista

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